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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

CINENAZA - A praça vira Cinema em Nazaré da Mata

Por Aluísio Gomes


Sair dos muros da universidade e abrir um diálogo com a população local é um dos objetivos do CINENAZA, projeto do Cineclube AZouganda que vai exibir na Praça Papa João XXIII, em Nazaré da Mata, o filme pernambucano Baile Perfumado seguido da apresentação da banda Ticuqueiros na próxima sexta-feira, 23 de outubro às 19 horas.

O Cineclube AZouganda está em atividade há 4 anos, dentro da FFPNM/UPE (Faculdade de Formação de Professores de Nazaré da Mata), e nesse período já exibiu filmes diversos, de Truffaut a Zé do Caixão. Apesar de ter, desde o princípio, o objetivo de integrar a comunidade e a universidade, o cineclube notou que a presença dos moradores da cidade nas exibições era diminuta, “talvez por timidez os nazarenos não tem o hábito de vir a Universidade”, opina a coordenadora do cineclube, Marília Meireles.

Para solucionar esse problema o cineclube resolveu ir até o público local, exibindo na principal praça da cidade. “Esse é um sonho antigo que temos desde o início, mas só agora podemos realizar”, conta Artur Rogério, idealizador do cineclube. A partir do CINENAZA, o AZouganda pretende intensificar a participação dos moradores de Nazaré da Mata nas exibições ordinárias do cineclube que ocorrem na quadra da FFPNM a cada quinze dias, durante o período letivo desta instituição de ensino. “Um dos nossos objetivos com esse projeto é o de aumentar o diálogo com a população nazarena, permitindo assim a formação de uma platéia crítica e conhecedora de culturas diversificadas, com ênfase na cultura nacional”, relata a coordenadora Amanda Ramos.

O projeto não se restringe a exibição. Durante o filme e o show será filmado um documentário, a ser lançado no mês de novembro, quando também se realizará debates em três escolas públicas de Nazaré da Mata. Os organizadores pretendem realizar essa extensão do Cineclube todo semestre, trabalhando sempre com a integração de linguagens.

O CINENAZA é mais um exemplo do crescimento do cineclubismo em Pernambuco nos últimos anos. Os cineclubes vêm se fortalecendo e ocupando um espaço que estava vazio no estado, desde o fechamento dos cinemas de bairro e do interior. Por meio dos cineclubes, diferentes visões cinematográficas têm sido apresentadas a platéias acostumadas a uma dieta de filmes de ação de Hollywood e comédias globais. Na próxima sexta-feira, Nazaré da Mata vai dar mais um passo na luta pela democratização do acesso ao cinema de qualidade, garantindo assim os direitos culturais de todos os cidadãos.

Este projeto tem o apoio da Associação de Docentes da UPE, Coletivo Negobom, Diretório Acadêmico Gregório Bezerra, Faculdade de Formação de Professores de Nazaré da Mata, O 4º Ciclo Produtora, Prefeitura de Nazaré da Mata e Universidade de Pernambuco.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cineclube AZouganda Contra a Criminalização do Povo Xukuru

Nesta terça-feira (29), o Cineclube AZouganda participará ativamente da luta Contra a Criminalização do Povo Xukuru realizando a exibição do vídeo-documentário Xicão Xukuru, que conta a história de vida, lutas e morte do Cacique Xicão, líder da nação Xukuru, assassinado em 1998 num conflito com fazendeiros. Durante a exibição do curta-metragem recolheremos assinaturas que serão anexadas ao abaixo-assinado direcionado às autoridades que decretaram a prisão dos índios.

Os 31 Xukurus condenados à prisão, incluindo o cacique Marcos Luidson (filho de Xicão), são acusados de incitar a violência durante conflitos em Pesqueira, Agreste de Pernambuco, no dia 7 de fevereiro de 2003, como também pelo porte ilegal de armas e por incendiar casas e carros. O conflito, segundo os índios, foi uma resposta à tentativa de assassinato sofrida pelo cacique Marcos, naquela manhã de fevereiro, por dissidentes da etnia xukuru, supostamente a mando de fazendeiros de Pesqueira. A disputa entre indígenas e latifundiários da região havia começado em 2001, quando os xukurus reconquistaram 95% de seu território. A terra demarcada tem 27.555 hectares, onde estão assentadas 24 aldeias e quase dez mil pessoas.

Esta exibição extra acontecerá no Espaço Paulo Freire da FFPNM, a partir das 19h30.


Clique aqui para assinar a petição online: http://www.petitiononline.com/xukuru/petition.html

Viva a Nação Xukuru!


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Cineclube AZouganda participa do I CULTURART


Por Amanda Ramos


Na próxima quinta-feira (24), o Cineclube AZouganda irá participar do I CULTURART da FFPNM. O evento, organizado pelo Diretório Acadêmico Gregório Bezerra - DAGB -, acontecerá de 21 a 25 de setembro e surge fazendo um apelo pelo resgate da cultura da cidade de Nazaré da Mata como forma de emancipar e de criar uma alternativa econômica do povo que ainda em pleno século XXI continua sendo escravo do cultivo da cana de açúcar e vivendo em condições miseráveis.

Durante a tarde do dia 24, o Cineclube AZouganda irá exibir curtas-metragens que retratam a história do Cinema Pernambucano e outras produções. À noite a participação é na mesa sobre a "História e Difusão do Cinema Pernambucano" com os debatedores Alberon Lemos (professor de História da FFPNM), Amanda Ramos (Cineclube AZouganda) e Paulo Caldas (Cineasta). Além das exibições de filmes e debates, serão realizadas exposições, oficinas, apresentações culturais e recitais de poesia.

As inscrições estão sendo realizadas na sede do DAGB de 14 a 18 de setembro e são feitas mediante a entrega de 1kg de alimento. Participe!


Confira a programação:


21/09/09

Tarde: Recital e leitura de manifesto do evento.
Noite: Entrada de maracatu rural e leitura de manifesto do evento.


23/09/09

Tarde: Oficinas: teatro, fotografia e circo.
Noite: Mesa redonda: A influência da cultura popular da zona da mata norte nos movimentos musicais surgidos nos anos 1970 a 2000.
Debatedores: Silvério Pessoa, Helder Aragão (DJ dolores), Fred 04 e Sérgio Cassiano.


24/09/09

Tarde: Exibição do Cineclube AZouganda.
Noite: Mesa redonda: História e Difusão do Cinema Pernambucano. Debatedores: Alberon Lemos, Amanda Ramos, Paulo Caldas


25/09/09

Tarde e noite: Show com bandas dos estudantes da FFPNM e apresentação de teatro.


Assista o vídeo de divulgação do evento: http://www.youtube.
com/watch?v=RLr-8vtYjX4



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domingo, 17 de maio de 2009

Sobre o filme "Árido Movie"

Exibição do Cineclube AZouganda na IX Semana de História da FFPNM - 13 de maio de 2009.

Árido Movie: Sertão e Lisergia

Amin Stepple Hiluey


Edição: Amanda Ramos


Crepúsculo em Salvador, final dos anos 70, o cineasta Glauber Rocha, com os sete buracos da cabeça a mil por hora, pergunta ao também cineasta Jomard Muniz de Britto: “os intelectuais da Fundação Joaquim Nabuco ainda estão no Cuba Libre?”

Árido é uma road-expedição, sociológica e antropológica, ao Brasil profundo. Maconha, crime, vendeta familiar, banditismo rural. Prostituição, clientelismo político, misticismo secular. Escassez de água, disputa de terra, choque cultural, sermões desconexos. Ronco de motos, idiotia rural, rodovias duplicadas, paisagem esturricada. Índios aculturados, machismo estereotipado, matriarcado virago. E a oralidade surreal da última Flor do Lácio: o dialeto arcaico sertanejo redivivo, saldo colonial, em diapasão dissonante com o maconhês metropolitano, herança lingüística da contracultura. Está tudo lá nos grotões de Árido Movie.

Como, aliás, sempre esteve. Parafraseando Nelson Rodrigues, o sertão não se improvisa, é obra de séculos. Mas Árido é uma obra de aggionarmento do Cinema Novo dos anos 60. Ou até mesmo do cinema brasileiro dos 90, do próprio Baile Perfumado, com sua seca verde e o uísque importado de Lampião. Ou, ainda, se quiserem, da melhor tradição da literatura regional (dos 20 aos 40). Ao mesmo tempo, reforça a tese de que o cinema brasileiro está condenado a filmar e refilmar o “sol de dois canos” do sertão. Pena mais branda do que a do cinema americano, condenado a ficcionar as guerras em que o Império se mete a cada década.

Nas várias fases do cinema brasileiro, o sertão sempre foi uma location revisitada. A emprestar a sua geografia física e humana para que, através do cinema, o País se conheça e se reconheça em sua própria História, com suas questões sociais e econômicas praticamente inatacadas, imunes à evolução dos tempos, apesar das sucessivas retóricas oficiais de transformação e redenção.

Vez por outra, num criativo fatalismo cíclico, surge um novo olhar sobre a velha paisagem e suas almas secas. É o caso de Árido Movie, com sua originalidade lisérgica a se contrapor ao acumulativo histórico realista, teatralizado. Mais liberto e distanciado do realismo, este filme desbrava o sertão deste início de século com os olhos livres, e é também dessa maneira que o filme pede para ser visto. Malgrado a percepção do ineditismo das factualidades ser absolutamente ilusória, embaralhada pelo “barato” da miragem lisérgica.

A rigor, Árido é um filme muito além da nossa época. Longe de atrasar, “os ponteiros infectados de tempo” (poeta Ângelo Monteiro), e não são poucos, adiantam em alguns anos o relógio de Árido Movie, dando a necessária continuidade ao continuado nos sertões imemoriais do cinema brasileiro.

Assim, Árido Movie reescreve a profecia alada do Conselheiro: o sertão vai virar Io. Enquanto colabora para editar a novíssima história do cinema brasileiro. A exemplo de Amarelo Manga, de Cláudio de Assis, e de Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes. Com Árido, o cinema pernambucano comprova mais uma vez: é amarelo mas tem saúde.

Em tempo: os intelectuais do Joaquim Nabuco continuam no Cuba Libre?

Quanto ao cineasta Jomard Muniz de Britto, a única experiência dele com droga se limitou a um comprimido de aspirina com leite quente e canela, receita do médico João Guimarães Rosa para a cura da gripe.

Leia este artigo completo: http://www.geneton.com.br/archives/000167.html


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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sobre o filme "Baixio das Bestas"

Exibição do Cineclube AZouganda na IX Semana de História da FFPNM - 12 de maio de 2009.


Panorâmica do Específico

Por DANIEL SCHENKER WAJNBERG


"Acabou-se o respeito", constata Heitor, personagem de Baixio das Bestas que, porém, está entre os mais envolvidos com uma absoluta deformação de valores, bastando dizer que explora sua neta, a adolescente Auxiliadora, ao tirar regularmente sua roupa diante de caminhoneiros em passagem pela região, na Zona da Mata de Pernambuco. A "podridão do mundo" desponta como o "tema" deste novo filme de Cláudio Assis, que não traz propriamente uma história e se expressa, sobretudo, através da câmera de Walter Carvalho.

Não é por acaso que Heitor aparece de costas ao fazer seu comentário e que sua imagem frontal só seja registrada na mesma cena quando ele muda de assunto. Na primeira passagem em que o avô despe a neta diante dos caminhoneiros, a câmera começa fechada nos dois personagens e depois vai abrindo de modo a mostrar o grupo de homens que a espiona; na segunda, o movimento é inverso, com a câmera movendo-se dos caminhoneiros em direção à Auxiliadora e a Heitor, que, demonstrando controle (ainda que este pareça prestes a escapar de suas mãos), determina o fim da apresentação e o corte da cena ao decidir, subitamente, que "acabou, Auxiliadora, vamos para casa".

Este poder de decisão talvez possa ser conectado à outra fala – "Sabe o que é melhor no cinema? É que no cinema você pode fazer o que quiser" –, dita pelo agroboy Everardo, de frente para a câmera e, conseqüentemente, para a platéia. Cláudio Assis faz o que quer, mas com fundamento. Mas a força principal do filme reside no trabalho do elenco. Caio Blat apresenta um misto de ódio e infantilidade (na projeção no Everardo de Matheus Nachtergaele), Mariah Teixeira transmite expressividade no silêncio concentrado de Auxiliadora, Marcelia Cartaxo e Hermila Guedes marcam com força a primeira cena no bordel, Dira Paes procura tirar partido de uma personagem assumidamente despudorada e Conceição Camarotti potencializa a imagem da cafetina decadente. No entanto, Irandhir Santos e Fernando Teixeira estão especialmente bem na apresentação de interpretações orgânicas devido à habilidade com que ocultam seus trabalhos de construção de personagem.

Filme polêmico, como seria de se esperar do realizador de Amarelo Manga , Baixio das Bestas dividiu opiniões na última edição do Festival de Brasília, de onde saiu vencedor com os Candangos de melhor filme, atriz (Mariah Teixeira), atriz coadjuvante (Dira Paes), ator coadjuvante (Irandhir Santos), trilha sonora e prêmio da crítica.


Crítica adaptada do site Críticos.com: http://www.criticos.com.br/new/artigos/critica_interna.asp?secoes=&artigo=1245

Pesquise outras opiniões a respeito desse filme!


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Sobre o filme "Diários de Motocicleta"

Exibição do Cineclube AZouganda na II Semana de Letras da FFPNM - 11 de maio de 2009.


Renúncia da Autoria

Por DANIEL SCHENKER WAJNBERG


Já no título, Diários De Motocicleta surge inserido no universo de Walter Salles, um diretor que valoriza elementos afetivos – cartas, diários, motocicletas antigas. Mas, apesar disto, o filme resulta impessoal. Nada que deverá prejudicar sua repercussão dentro ou fora do Brasil. É aí que está o problema. Ao que parece, Walter Salles não quis correr riscos. Assina um trabalho que prima pela correção, sustentado por duas boas atuações (de Gael García Bernal e Rodrigo de la Serna) e por um timing ajustado.

Diante de tantos acertos – e de outros, como a fotografia menos estilizada do que o habitual e a busca por um desenho emocional menos derramado, que representam ganhos em relação aos trabalhos anteriores do diretor –, Diários De Motocicleta bate na tela como um filme perfeitamente gostável. Destituído, porém, do frescor da experimentação, essencial em se tratando de um projeto sobre amigos que saíram palmilhando um vasto território sem terem a exata noção do que iriam encontrar pela frente. É como se o formato convencional confinasse um filme que aborda justamente o passar por experiências.

Em Abril Despedaçado , apesar de todas as restrições externadas após seu lançamento, Walter Salles apresentava uma operação com um interessante nível de ousadia. Em Diários De Moticicleta , sobressai o esforço para não errar, a modéstia criativa. Há diversas cenas que poderiam ser perfeitamente encontradas em muitos outros filmes (em especial, no que diz respeito à saída de Buenos Aires). Preocupado em frisar excessivamente que não quis abordar o mito Che e sim “duas pessoas que se encontraram num determinado momento e percorreram um trecho juntas” (como se não tivesse este direito...), o cineasta não alça vôo. E, em que pese todo o esforço em desglamourizar, o apego às convenções acaba levando a uma típica seqüência de louvação: a que mostra Ernesto Guevara atravessando um perigoso rio a nado, de noite, com torcidas, suspiros e aplausos nas margens.

Convenções que também aparecem nas construções esquemáticas de Ernesto e Granado, apresentados em sistema de oposição entre a “maldita honestidade” do primeiro e a constante negociação com o mundo do segundo. Em outros momentos, os diálogos soam dispensáveis e/ou a câmera apenas reitera o que já foi dito. Restam raros instantes de silêncio na contramão da necessidade de evidenciar tudo e pelo menos um diálogo no qual fica patente a importância de lutar mesmo diante da constatação (ou talvez por causa dela) de que “a vida é um calvário”.

Crítica adaptada do site Críticos.com: http://criticos.com.br/new/artigos/critica_interna.asp?secoes=&artigo=646

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domingo, 10 de maio de 2009

Cineclube AZouganda participa da IX Semana de História e II Semana de Letras da FFPNM

Cineclube AZouganda participa da IX Semana de História e II Semana de Letras da FFPNM


Pelo terceiro ano consecutivo o Cineclube AZouganda foi convidado a participar da Semana de História da FFPNM/UPE exibindo filmes abordando questões que serão discutidas no evento. Durante a mesma semana, o AZ fará sua primeira participação na Semana de Letras.

A IX Semana de História da FFPNM terá como tema "Do Cais ao Sertão: Pesquisa Histórica em Pernambuco". Já a II Semana de Letras traz a tona discussões em torno do "Fazer não falar". As duas semanas acadêmicas acontecerão de 11 a 15 de maio em Nazaré da Mata, PE.

Os filmes serão exibidos na quadra da FFPNM, de 11 a 14 de maio, às 17h.


Filmes por ordem de exibição:


- Diários de Motocicleta (2004)

A história é baseada nos livros de Ernesto "Che" Guevara de La Serna (Notas de viaje) e Alberto Granado (Con el Che por America), e conta a aventura destes dois argentinos em 1952, na travessia do continente sul-americano com uma motocicleta Norton 500, chamada de La Poderosa, de Buenos Aires a Caracas. O sexto longa-metragem do diretor Walter Salles é uma produção multinacional (EUA, Peru, Chile, Inglaterra, Argentina e Brasil) e disputou a Palma de Ouro, prêmio máximo do Festival de Cinema de Cannes.


- Baixio das Bestas (2007)

Auxiliadora é uma jovem de 16 anos explorada e mantida dentro de casa pelo avô Heitor em um pequeno povoado na Zona da Mata pernambucana. Durante algumas noites, o avô leva a garota ao posto de gasolina para expô-la nua a troco de alguns reais. Na cidade, Everardo e Cícero promovem orgias violentas na casa de Dona Margarida, onde moram algumas prostitutas. As vidas de todos se entrelaçam em um drama sobre a condição da mulher naquela região.


- Árido Movie (2006)

Jonas é o repórter do tempo de uma grande rede de TV, que mora em São Paulo mas está rumo à sua cidade-natal, localizada no interior do nordeste. O motivo é a morte de seu pai, com quem teve pouquíssimo contato e que foi assassinado inesperadamente. Ao chegar a cidadezinha ele encontra uma parte da família a qual não conhecia até então, que lhe cobra que se vingue da morte do pai. O filme foi todo filmado em Pernambuco.


- Mostra de Vídeos dos Estudantes de História e Letras da FFPNM (Vários)

A Definir.




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terça-feira, 14 de abril de 2009

Festa "Cinema, Cachaça e Pólvora"

No dia 11 de abril de 2006 acontecia a estréia do Cineclube AZouganda na FFPNM com a exibição do filme “Má Educação”, do diretor espanhol Almodóvar.

Passados quatro anos, resolvemos comemorar com uma festa de mistura explosiva.
Como dia 11 caiu no sábado e a sexta anterior foi santa, comemoraremos na próxima sexta-feira, dia 17 de abril.

O lugar não poderia ser diferente: bar de Flavinha, das 19h30 às 21h40. O tema energético é: “Cinema, Cachaça e Pólvora”.


SERVIÇO:

É O QUÊ? FESTA CINEMA, CACHAÇA E PÓLVORA
E VAI TER O QUÊ? EXIBIÇÃO DE FILME + COLETÂNEA MUSICAL
ONDE? BAR DE FLAVINHA – NAZARÉ DA MATA
QUANDO? 17/04/09 – SEXTA-FEIRA!
HORÁRIO? A PARTIR DAS 19H30
E PAGA? PAGA TUA BEBIDA, TUA COMIDA E TRAZ UM PRESENTE PRA GENTE!


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quinta-feira, 12 de março de 2009

Cineclube AZouganda participa da Calourada 2009.1 da FFPNM - UPE

Das 19h30 às 20h dessa sexta-feira (13), o Cineclube AZouganda leva para Nazaré da Mata vídeos-clipe consagrados de bandas recifenses. A exibição dos vídeos antecede o show da única banda que irá subir ao palco – Victor Camarote e Banda Arquibancada – e será na entrada da faculdade.

Serão exibidos os seguintes vídeos:

- Pé na Estrada
Banda: Casas Populares da BR-232
Direção: Anabele Silva e Natália Lopes

- O Homem do Gás
Banda: Tanga de Sereia
Direção: Petrônio Freire

- Sentado na Beira do Rio
Banda: Dj Dolores e Orchestra Santa Massa
Direção: Daniel Castelo Branco e Arthur Canavarro
http://sentadonabeiradorio.wordpress.com/

- Me Chama de Sereia
Banda: Tanga de Sereia
Direção: Alice Gouveia


Esperamos a presença de todos!


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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Exibição Extra: 25/09/08


Exibição Extra - Cineclube AZouganda

Cadeira: História Social da Literatura e da Arte

Curso: História


Professor: George Cabral


25 de setembro, quinta-feira

Quadra da FFPNM, às 19h30

O Segredo de Beethoven
- Copying Beethoven

O filme narra os acontecimentos do último ano de vida do compositor erudito Ludwig Van Beethoven, que mantinha um tórrido romance com sua assistente enquanto compunha sua famosa Nona Sinfonia.

Título Original: Copying Beethoven
Tempo de Duração: 104 minutos
Direção: Agnieszka Holland

Gênero: Drama

Ano/Origem: 2006/ EUA-Alemanha



Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=vxhLOcQGKHE


No dia 26 de setembro, sexta-feira, haverá exibição normal do Cineclube AZouganda. AZ em dose dupla!



ATENÇÃO PROFESSORES: O CINELUBE AZOUGANDA TAMBÉM REALIZA SESSÕES PRÉ-AGENDADAS

Tendo como objetivo abrir espaço para a seleção de filmes mais específicos para cada curso, o Cineclube AZouganda abre espaço para exibições extras, ou seja, que não estão dentro do nosso calendário pré-definido.

Você pode agendar e trazer seus alunos.
Toda a programação é gratuita.

Aguardamos o seu contato.


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domingo, 3 de agosto de 2008

Cineclube AZ na VIII Semana de História da FFPNM

Em 6 de maio de 2008.


Pelo segundo ano consecutivo o Cineclube AZouganda foi convidado a participar da Semana de História da FFPNM/UPE exibindo filmes abordando questões que serão discutidas no evento.
A VIII Semana de História da FFPNM terá como tema "História é literatura? Novas abordagens e perspectivas" e acontecerá de 13 a 16 de maio em Nazaré da Mata, PE.
No Centro Acadêmico de História serão exibidos, de 13 a 16 de maio, filmes com temática sobre drogas e com vagas limitadas (15 pessoas). Essas inscrições serão feitas juntamente com a inscrição no evento.

Filmes exibidos no CAHis:

- Wood & Stock - Sexo, Orégano e Rock'n'roll (Brasil, 2006)
- Cheech and Chong´s - Queimando Tudo (1978)
- Trainspotting - Sem Limites (Inglaterra, 1996)
- Réquiem para um sonho (EUA, 2000)

Lembrando que todas essas exibições contarão como hora extra dentro do evento.

Fora da programação da Semana de História, o Cineclube AZouganda seguirá suas datas de exibições normais e exibirá no dia 14 de maio o filme O Enigma de Kaspar Hauser que teve sua data adiada (era pra ter sido dia 29 de abril) por conta de desorganização da coordenação.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

AZ na Semana de História da FFPNM

A coordenação do Cineclube AZouganda participou da VII Semana de História da FFPNM nos dias 4, 5 e 6 de maio de 2007 exibindo os seguintes filmes:

CABRA-CEGA (SEX ÀS 18:00)
GUIA DOS MOCHILEIROS DAS GALÁXIAS (SEX ÀS 22:00)
MANDERLAY (SÁB ÀS 13:00)
LOLITA (SÁB ÀS 16:00)
TERRA PARA ROSE (SÁB ÀS 18:00)